Achei que os comentários ao Post do Sonho valiam outro post.
Como alguém já disse - John Lennon? - a vida é o que acontece enquanto fazemos planos, e sem as coisas pequenas, como chegaremos às grandes?
Aí vão eles:
Preciso dizer que os olhos encheram de lágrimas? Acho que não né, meio óbvio!!!
Mais uma vez eu digo a expressão "Old School" que se for lida devagar reparem que vira "Old is cool"
A casa de Angra é imortal, cheia de lembranças, churrascos, almocos, jantares, filmes alugados na locadora com gramado no telhado,"O brojo agora é a kilo", "O brojo agora é churraskilo", O velho do Restaurante Oceano que "flertava" com a vovó, muito misto quente da sanduicheira, JERÔNIMOOOOO, Mico torrado no poste, morcego invadindo a casa na madrugada, Espanadrapos, Quioksi, Repceção, Show do Mágico Peixoto, Bingo com prêmio de Nado livre até a Ilha Grande, tardes intermináveis na piscina e muitos mas muitos papos-furados e conversas na varanda deliciosa.
No clima do show do Paul lembrei da música dos beatles "In my life" que diz os seguintes versos:
"There are places I remember all my life,
Though some have changed,
Some forever not for better,
Some have gone and some remain."
Amei o texto. Ela conseguiu retratar a casa sem nunca ter ido. Incrível.
Beijos, Pedro
O que o Pedro escreveu, torna qualquer outro comentário desnecessário.
Bjs, Beto
Quem queria estar lá agora põe o dedo aqui que já vai fecharrrrrrrrrrrrrrrrrr
love u all, Camilla
Em 25 de novembro de 2010 05:31, Fernando Scodro
acho que precisamos sim adicionar a brava reação do Pedro ao morcego...MAINAAAAA!!!!
Hoje é Thanksgiving (o meu primeiro em um lugar que não é meu "home" but is the the place I live now). Ler o texto e depois receber vários comentários que fazem total sentindo na minha vida, realmente me fez perceber (como os americanos dizem) "what I am thankful for"
Muito obrigada por todas as memórias que a casa de Angra só deu um empurrãozinho para acontecer. Se hoje eu consigo me apresentar para as novas pessoas que conheço todos os dias, muito é por causa de vocês!
Mesmo o Rio estando confuso, eu desejo um Happy Thanksgiving para todos!
E só para adicionar na lista do Pedro: "pim pim pim pirim faça uma onda forte pra mim....... TA NO FORNOOOOOO"
Beijos e MUITAS saudades!
Sylvia



Já contei o sacrifício de humilhações e perseveranças pelo qual passei, pois, já pronta para ler Monteiro Lobato, o livro grosso pertencia a uma menina cujo pai tinha uma livraria. A menina gorda e muito sardenta se vingara tornando-se sádica e, ao descobrir o que valeria para mim ler aquele livro, fez um jogo de “amanhã venha em casa que eu empresto”. Quando eu ia, com o coração literalmente batendo de alegria, ela me dizia: “Hoje não posso emprestar, venha amanhã.” Depois de cerca de um mês de venha amanhã, o que eu, embora altiva que era, recebia com humildade para que a menina não me cortasse de vez a esperança, a mãe daquele primeiro monstrinho de minha vida notou o que se passava e, um pouco horrorizada com a própria filha, deu-lhe ordens para que naquele mesmo momento me fosse emprestado o livro. Não o li de uma vez: li aos poucos, algumas páginas de cada vez para não gastar. Acho que foi o livro que me deu mais alegria naquela vida.
O título me agradou, pensei tratar-se de um livro de aventuras tipo Jack London. O livro, que li cada vez mais deslumbrada, era de aventura, sim, mas outras aventuras. E eu, que já escrevia pequenos contos, dos 13 aos 14 anos fui germinada por Herman Hesse e comecei a escrever um longo conto imitando-o: a viagem interior me fascinava. Eu havia entrado em contato com a grande literatura.




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começava ali a nova cara do mundo – Fernão de Magalhães, Vasco da Gama, Cabral e, muito mais tarde, José Estima, meu avô. Todos se lançaram a este mar desconhecido que bate nas areias finas e brancas de Belém, nas pedras do Guincho, da Boca Inferno
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Já desceram...





e assim juntando partes da família que há muito tempo não se encontravam 






As que relembramos histórias de amor



